Colaboração

Os funcionários são o principal ativo de qualquer empresa, assim diz o ditado. Entretanto, na d&b os colegas de trabalho são a empresa, pessoas como você e eu, com todos seus humores e méritos, às vezes completamente acordados e às vezes fora de sintonia, todos os tipos são necessários para compor uma ótima empresa. Não obstante, tem uma coisa com a qual todos na d&b concordam: não estamos aqui apenas para fazer outra caixa preta; somos completamente dedicados aos sistemas de alto-falante da d&b.

Uma história descoberta

Uma história descoberta

Talvez isto tenha me fascinado sobre esta empresa, desde o começo. Embora eu tenha ficado bem impressionado pela correção meticulosa existente na fabricação das caixas pretas, eu não tive a impressão de que o produto era a preocupação exclusiva de todas as atividades. E cada conversa, cada descrição técnica revelava claramente que a tarefa principal era fazer com que a música soasse bem. E senti, com afeto, que esta empresa tinha sido desenvolvida a partir de um grupo estreitamento ligado.

O início da d&b volta logo para a inevitável garagem. E para dois músicos amadores que haviam sentido que o som que sai do sistema pelas torres nem sempre é igual ao que entra nelas. E assim decidiram introduzir novos impulsos na tecnologia de áudio, com a firme convicção de que usar alto-falantes maiores e mais altos simplesmente não era a maneira certa de atender os desafios eletroacústicos. O espírito utópico deles foi alimentado pela experiência prática. Jürgen Daubert, por exemplo, se divertia com transistores desde a juventude, desenvolvendo amplificadores com eficiência e produtividade cada vez maior e, finalmente, como uma linha secundária durante seus dias de estudante, desenvolveu um novo tipo de eletrônica de amplificador. Rolf Belz, por outro lado, "a orelha", tinha treinado seus ouvidos implacavelmente com todos os tipos de música e experimentos de áudio. Seu mérito é devido a dois instrumentos de medição calibrados adequadamente: seus ouvidos.

Um trio foi formado quando Werner "Vier" Bayer se juntou ao empreendimento. Ele já tinha conquistado uma reputação como mágico de misturador de áudio e sabia que no trabalho dele simplesmente faltavam bons equipamentos de som.

Tudo isto aconteceu no início da década de oitenta. O punk tinha acabado de chegar à Alemanha, as músicas populares simples entraram novamente na moda, e em Korb, uma tranqüila aldeia suábia, os primeiros protótipos emergiram, do que logo se tornariam sistemas legendários de reforço de áudio impulsionados por controladores. Até então, a equipe já estava cansada de aprimorar um bom alto-falante aqui, revolucionar uma transição de freqüência lá e tocar violino com um novo misturador de áudio acolá. Assim, todas as ideias, experiências e componentes desenvolvidos foram combinados e embalados em uma unidade fechada, como um todo unificado: o sistema d&b.

A coragem que foi necessária para conceber sistemas integrados foi logo recompensada, com sucesso: os produtos de Korb foram recebidos com ouvidos abertos. Isto obviamente se traduziu em sair da pitoresca e acolhedora garagem: área de produção urgentemente necessária, capacidade de armazenamento e uma equipe maior fizeram com que fosse preciso mudar para uma antiga oficina de carpintaria.

Negócio sério

Negócio sério

Existem rumores de que a bandeira de empresa é içada e o hino da empresa é cantado logo cedo: investigações têm comprovado que isto não é verdadeiro, mas estes rumores podem ser nutrido pelo sentimento quase tangível de "nós" que existe entre os “d&b-erianos”. Mas isto não tem nada a ver com juras mágicas e rituais. Pelo contrário, este sentimento surge do envolvimento definitivamente infeccioso e convincente de todos os participantes, do prazer ao lidar com o produto, e a conscientização sobre a qualidade do mesmo. O conceito estava certo, desde o princípio. Nenhuma inovação, elaboração ou alteração no sistema pode alterar este fato. Isto se aplica não apenas ao próprio conceito do sistema, que ainda fornece a base mesmo para os sistemas mais recentes, completamente desenvolvidos, como a linha de alto-falantes da Série T.

Isto também se aplica aos métodos de produção e controle de qualidade que, embora tenham sido aprimorados, melhorados e simplificados pelo uso de computadores, nunca foram consideravelmente alterados. Os procedimentos da administração na d&b passaram por um desenvolvimento semelhante. De repente, os designers de alto-falantes foram confrontados com tarefas corporativas, administrativas, planejamento a longo prazo. Novos colegas precisaram ser integrados e novas competências alocadas. Este desenvolvimento foi bem difícil às vezes, e confrontou todas as pessoas envolvidas com problemas que excediam a tarefa de simplesmente criar alto-falantes.

Enquanto isso, a d&b se transformou no que as pessoas podem chamar de “participante global” e passou por diversas alterações. Mas nenhum destes poderia obliterar o objetivo atual, ou seja, produzir sistemas de áudio bem feitos e com bom som, que ainda são construídos quase completamente à mão.

A d&b introduziu as divisões departamentais, padronização e assistência de TI de forma a conseguir se concentrar em assuntos mais essenciais. Por exemplo, dezessete membros da equipe, que no total é composta por mais de cento e cinqüenta, são exclusivamente responsáveis pelas tarefas de pesquisa, desenvolvimento e atualização de produtos.

Trabalho em equipe

Trabalho em equipe

A d&b também foi rápida a perceber que apenas um bom sistema não pode criar uma sensação musical. Por este motivo, sempre tem havido uma cooperação direta com diversos usuários para investigar o comportamento das diferentes combinações de sistemas em termos de empilhamento, acústica de ambiente e em situações ao ar livre, para mencionar algumas poucas áreas de investigação. Os resultados dessas investigações, se considerados de interesse geral, são disponibilizados publicamente.

Para este propósito, a d&b organiza seminários e workshop por todo o mundo e publica notas de aplicações; além disso, as seções de notícias e aplicação deste site também são usadas informar, não sem orgulho, sobre projetos nos quais os produtos da d&b têm seu próprio modesto papel a exercer.

Excessos depois do trabalho

Excessos depois do trabalho

Depois de quase vinte cinco anos na empresa, alguns detalhes técnicos ainda são estranhos para mim – e também minha estação de trabalho computadorizada (que eu gosto muito). A atmosfera na d&b hoje pode não ser tão romântica quanto no início, mas mesmo depois de termos mudado para Backnang, o sentimento geral nas salas novas e luminosas é tão sincero e direto como sempre. E o meu hábito de usar terno e gravata ainda faz de mim uma figura um pouco exótica entre meus colegas em seus agasalhos esportivos ou jeans e camisetas!

E assim, a garagem hoje é novamente usada como uma garagem, ou foi destruída? Bem, os tempos estão mudando. A d&b está agora em sua terceira década como pioneira em novos horizontes tecnológicos de áudio. Inovações novas, como podem ser esperadas da d&b, são iminentes. Todo o pessoal está com bom humor. O café acabou. Está começando uma nova manhã, novamente. Apenas o silêncio é mais doce.